segunda-feira, 6 de março de 2017

Desafios da nova alimentação

O tipo de alimentação proposta no curso de yoga é bem desafiante. Exige bem mais que esquentar a barriga no fogão - aliás, a ideia é ficar o mais distante possível dele! O que devemos é preparar os alimentos em temperatura ambiente e, principalmente, germiná-los para aproveitar o máximo de seu potencial e vitalidade.

A parte de germinação eu aceitei bem, mas ainda não consigo pensar em aderir a certos tipos de alimento sem cozimento. Até porque sou friorenta e sinto necessidade de comer coisas quentes o tempo inteiro! De forma que é melhor ir por etapas.

Alimentar de forma saudável requer um pouco de tempo e paciência. Comprei terra orgânica no supermercado e na semana passada me aventurei com a primeira “plantação” de girassol. Não saiu 100% bonitinho, mas está valendo. Acho que deixei as sementes por tempo demais mergulhadas na água e a raiz criou fungo. O broto cresceu normalmente e só aproveitei a metade do caule para cima. Bom, o importante é dizer que usei no suco verde e ainda estou viva (rs).

Cada tipo de grão tem seu tempo mergulhado em água. Acho que aí que reside um pouco da minha dificuldade. Porque numa vida sem rotina como a minha é difícil programar isso. No caso das ss sementes que dormem mergulhadas em água e no dia seguinte eu só escorro é muito fácil, como é o caso da lentilha. Mas o trigo, por exemplo, exige regas constantes durante o dia. E o que acontece se não estamos em casa para fazer isso? Conto depois (rs).

Mas nada disso me fará desistir. Até porque não tem outro modo de aprender essas coisas que não seja na prática. Já consegui a germinar a lentilha e essa semana o esforço é para ver o trigo crescer. Em breve teremos notícias!

Aqui tem uma ilustração do processo que encontrei no livro “Você sabe se Alimentar?”.

 




E aqui um site para quem quer conhecer mais sobre o assunto http://www.terrapia.com.br.

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O mais desafiador, porém, é seguir adiante com o propósito mesmo com tantos comentários negativos. Quando falo do meu novo estilo de vida alimentar (que, aliás, estou mudando bem vagarosamente) noto que causo uma certa comoção.

As pessoas parecem se sentir agredidas e é como se minha fala invalidasse o modo delas de viver. Muito louco isso. Há um grande esforço para mostrar como estou errada, fanática ou manipulada - mesmo que eu continue ainda tomando meus refrigerantes, comendo minhas pizzas e mantendo normalmente a vida social.

A maioria quer tratar como distúrbio (especialmente depois do comentário da Rita Lobo...rs) uma busca natural por uma vida mais saudável. Acham que é loucura quando, para mim, o mais louco é ver como as pessoas não contestam a alimentação contaminada e artificial das indústrias! Ok, já fui dessas de sobreviver de embutidos e enlatados, mas nunca achei que quem buscava uma alimentação saudável fosse manipulado. Minha preguiça de cozinhar nunca afetou desse modo o meu juízo.

Eu não desejo catequizar ninguém, mas como me sinto empolgada com o que estou aprendendo fico querendo dividir com todo mundo. Simplesmente não consigo me conter! Eu já vejo as mudanças positivas no meu corpo e quero que as pessoas que amo experimentem o mesmo. Mas em nome da boa convivência social já prometi me conter (rs).

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Yoga e alimentação


Aprendi uma perspectiva totalmente nova sobre alimentação no módulo desse fim de semana do curso de yoga da Unipaz. Eu já achava divertido estudar as propriedades dos alimentos e começar a inserí-los no meu cotidiano. Mas o ponto de vista espiritual é ainda mais rico. A yoga é quase uma poética da alimentação, do respeito com o nosso corpo e com o meio ambiente, da atitude sagrada diante do ato de comer.

O mais legal foi sair um pouco da teoria e ver tudo de perto. Experimentamos brotos germinados, suco de clorofila, colocamos a mão na terra, plantamos. E estou em estado de apaixonamento com o meu copinho de sementes de girassol! Meus planos mais ousados de vida no momento envolvem a compra de terra e de sementes e um modo de cultivá-los nos espaços mínimos do meu apartamento. Vai dar certo! (rs)

Eu já melhorei muito a minha alimentação desde que comecei a me dedicar ao assunto, mas o aprendizado parece que é infinito. Quando mais me conscientizo mais percebo o disparate que é culparmos o universo por nossas doenças quando tudo que fazemos é uma agressão ao nosso corpo. Não deixei de comer besteiras - ainda - , mas agora como com total consciência de que aquilo não me faz bem. E aos poucos vou mudando o que é preciso.

Para quem se interessa pelo assunto, livros recomendados pela teacher:

- Bontempo, M. Guia Prático da alimentação natural- Dietas, cardápios e receitas: uma abordagem médica. Best Seller, 2a edição, São Paulo, 1994.
- Cousens, G. A dieta do arco-íris: alimentação ideal para a harmonização corpo-espírito.
Record, Rio de Janeiro, 1986.
- Gonzalez, Dr. Alberto Peribanez. Lugar de Médico é na Cozinha. Artes Gráficas Edil, Rio de Janeiro, 2007.
- Soleil. Você sabe se alimentar? 7a Edição, Paulus, São Paulo, 1992.
- Soleil. Você sabe se desintoxicar? 4a Edição, Paulus, São Paulo, 1993.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Não há tempo a perder


O Rodrigo tem dessas. Ganha um livro legal por ser repórter de cultura e depois simplesmente se esquece de levá-lo para a casa. Eu já podia ter lido há muitos dias “Amyr Klink - Não Há Tempo a Perder”. Mas daí a adorável Lei da Sincronicidade não existiria, e o livro cairia na minha mão em um momento em que eu estaria pouco interessada em pensar sobre mudanças.

Então, assim como não há tempo há perder (o do título do livro), há o tempo certo para tudo acontecer. E o livro apareceu justo quando eu comecei a retomar as reflexões sobre a minha vida.

Tenho já há uns três anos tentado rever um pouco da minha trajetória e realinhá-la aos meus novos anseios. Não é fácil porque o medo do novo impera. E, no meu caso, um medo muito grande da instabilidade. Sim, já avancei muito no curso da vida sobre impermanência. Só que, quando tudo volta à normalidade, a gente teima em esquecer o que aprendeu.

Daí vem o Amyr Klink e fala disso tudo de um jeito tão sereno, tão sutil, tão cheio de sabedoria. Não tem como não se apaixonar. É até engraçado como ele calcula tudo minuciosamente para captar até os imprevistos, mas sabe que nem todo planejamento do mundo consegue dar conta deles. Na hora em que é necessário, ele sabe se desapegar do projeto e responder à vida conforme solicitado. Parece fácil, mas é difícil.

O que mais tem me encantado no livro - que ainda não terminei pois estou saboreando - é que só conhecia bem superficialmente seu lado aventureiro, sem saber de todos os seus sacrifícios para fazer tudo o que fez. Para quem acha que sabe tudo sobre liderança e trabalho em equipe, o livro não é nem recomendado - é uma leitura obrigatória mesmo.

E não tenho como deixar de admirar ainda um homem que é crítico dessa cultura distorcida do sucesso que hoje temos, que só enxerga a glória sem sacrifícios e humildade. Na verdade nesta cultura torta em que o sucesso precisa vir de qualquer jeito - mesmo como consequência de ações sem caráter. Não colaborou no cotidiano do barco e quer aparecer na foto da linha de chegada? Esquece! Adorei essa parte (rs)..

Nem foi assim tão jovem que ele decidiu dar adeus à burocracia bancária para cair mar adentro fazendo o que realmente era significativo para ele. Porque viver uma vida que ele não queria era o mesmo que a morte. E não fazer o que a gente gosta não é uma morte lenta? Ou a gente encontra prazer naquilo que já faz ou, se não é possível, parte em busca de novos horizontes. A qualquer momento da vida. É assim que ele pensa. Como não concordar?

Inspirador.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Experimentando o triatlo



Esta semana criei coragem e fui experimentar o triatlo na academia. É incrível como uma nova atividade estimula a gente em todos os sentidos. Não só na academia. Quando saio da zona de conforto para fazer algo diferente parece que ganho coragem até para enfrentar os desafios do cotidiano. Me sinto viva, animada, poderosa (não no sentido “diva” - ai que gastura!..rs), feliz.

Desde o ano passado ensaio começar mas só na terça-feira fui lá. Meu maior medo era de encontrar pessoas extremamente competitivas que ficassem se comparando com os colegas, mas me pareceu mais como nas aulas de yoga. Cada um cuida de si e o desafio é pessoal. Aliás a turma do horário do almoço me parece muito engraçada e unida. 

Mas não é tão fácil a dinâmica toda. Fico com a impressão que meu coração vai para a garganta, tamanho o esforço. E sou naturalmente propensa a algumas tonturas e sonolência, o que atribuo como médica de google (rs) à minha pressão baixa. Quando falei para minha mãe que que acabei me sentindo um pouco mal depois da aula ela disse: “claro, você não tem estrutura física para esse tipo de atividade”. Se é verdade eu não sei. Só achei engraçado o comentário, porque achei que ela me considerava mais atlética (rs).

Outra coisa boa do triatlo é que consigo voltar à natação sem pagar um pacote mais caro. E, puxa, como amo a natação! Se mais pessoas no mundo nadasse com certeza já teríamos fechado a fábrica de Prozac. Um dia vou propor um projeto de lei para que sejam construídas piscinas gratuitas em todos os bairros. Votem em mim!


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Ayurveda

O módulo desse fim de semana no curso de Yoga foi sobre Ayurveda, que é a filosofia médica oriental. Aprendemos sobre os doshas, que são as nossas constituições físicas e mentais relacionadas com os elementos naturais. Meu teste indicou predominância de Pitta, o que indicaria um perfil mais de liderança, mais autoritário e competitivo. Não entendi nada, pois isso é muito anti-Erika. Então decidi ignorar o teste (rs) e me autoproclamar Vatta que, vejam só, tem tudo a ver comigo: as pessoas desse dosha são ágeis, curiosas, com a mente sempre em movimento, memória curta (o que explica o fato de perdoarmos rápido..rs), inconstante e indecisa. Gente, essa sim sou eu!

O mais interessante de conhecer sobre os doshas é aceitar mais facilmente as características do nosso corpo. Na minha prática de yoga eu ficava achando que tinha de alcançar determinadas posturas, mesmo que não forçasse tanto naquele momento. Pensava que o fato de não estar conseguindo atingir a minha meta era simplesmente falta de treino (o que também deve ser considerado...rs). Mas existe outro componente mais importante, que é o nosso tipo físico. E Vatta pelo que entendi é um ser duro por natureza (rs), com pouca água no corpo, o que também explica porque minhas articulações estalam tanto! Depois de descobrir isso vou ficar mais gentil comigo nas práticas.

Outra coisa legal desse módulo é que tivemos de dar uma pequena aula para os nossos colegas. E, mesmo tímida, achei que me saí tão bem! Se eu começar a arriscar acho que poderei mesmo dar aulas quando terminar o curso. Já pensou que divertido? “Oi, sou Erika, assessora de imprensa e professora de yoga”.

Quanta empolgação...rs.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Arquétipos femininos - um novo tema para me apaixonar




Finalzinho de férias e descubro na minha prateleira um livro maravilhoso que fala sobre os arquétipos femininos, citando exemplos do cinema e da propaganda. Estou novamente com aquela sensação boa de quem se apaixonou por um novo tema, porque o livro trata dos arquétipos comparando com as deusas da mitologia. E sempre amei aprender sobre mitologia! Imagina então numa perspectiva que me ajuda a entender mais meus aspectos femininos? Não poderia estar mais feliz.

Primeiro vamos acabar com o suspense e dar nome ao livro: “As faces eternas do feminino no cinema e na propaganda”. O mais legal dessa leitura é que, além de me ajudar a compreender um pouco aspectos da minha própria personalidade, tem me ajudado também a entender mulheres que para mim são uma incógnita. Sabe aquela dificuldade que a gente tem de aceitar pessoas tão diferentes de nós? Acho que o livro abriu um caminho para diminuir esse fosso.

Claro que as pessoas não são facilmente classificáveis e se prendem a apenas um arquétipo, mas em todo caso é interessante ver a preponderância de algumas qualidades e defeitos. Olha o quão proveitosa foi minha leitura: até entendi porque sempre duvidei do tal instinto materno, já que isso praticamente inexiste em mim! Via aquele programa do GNT, o Boas Vindas, e ficava me perguntando como as mulheres conseguiam colocar toda a sua energia na maternidade. Ou  no marido. Ou no trabalho.

Daí compreendi que meu senso de equilíbrio está muito relacionado ao meu arquétipo, que é em maior grau o da deusa Atenas. Bem, antes que achem que eu procurei uma deusa legal para chamar de minha saibam que as opções são: Deméter, Perséfone, Hera, Afrodite e Artémis. Ou seja, qualquer uma que eu me encaixasse seria bom e ruim (rs).

Agora vamos ao que dizem as autores sobre Atena:

“As características arquétipas do padrão Atena, que definirão o comportamento das mulheres que o seguem, têm um princípio fundamental: o pensamento lógico, o que significa ser governada mais pela razão do que com o coração. Essas mulheres pensam muito, e bem, conseguindo manter a calma mesmo numa situação extremamente emocional, encontrando uma saída para o problema que as envolve no momento. (...) Outra característiica deste padrão feminino é se manter completamente invulnerável e íntegra, já que focaliza sempre suas próprias prioridades. (...) Atena prefere estar no meio da ação e do poder masculino. Ela é a companheira, colega e a confidente que trata e quer ter tratada como igual.”

Enfim, são muitos detalhes e claro que não me encaixo 100% nisso, que passeio um pouco por outros arquétipos, que às vezes as coisas desandam, saio do meio eixo e abandono o meu senso de equilíbrio e o  meu senso de responsabilidade. Mas achei muito elucidativa essa abordagem, especialmente em relação às “Heras” com quem convivo no meu cotidiano.

Estou empolgada e poderia passar horas aqui escrevendo sobre isso, mas corro o risco de me revelar demais aqui, de me confundir porque não é uma área que domino e de mostrar meu sentimento em relação a algumas mulheres que estão na minha vida. De modo que: fui! Mas quem puder leia o livro.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Ano novo em NY!

Outra tradição dos meus blogs é escrever sobre viagem, ainda que o destino tenha se repetido. Desta vez o Rodrigo e eu decidimos conferir como é o Natal em Nova York, e aproveitamos que já estávamos por lá para esticar até o réveillon. Voltamos gripados, mas a viagem foi simplesmente maravilhosa!

Desta vez contamos com a ótima companhia do meu chefe de Brasília, o Tony. Estava com medo de encontrá-lo por lá e ele ficar me passando trabalho (rs), mas o que aconteceu foi que ele nos indicou passeios ótimos! E dividimos também alguns vinhos. Tudo sem vexames, claro (rs).

Como dessa vez não fiz o diário de viagem (me esqueci!), vai ficar um pouquinho mais complicado lembrar tudo. Mas vamos lá. No primeiro dia fizemos um passeio geral pelas proximidades para conferir as luzes de Natal. E realmente Nova York fica especial nessa época. No dia seguinte, véspera de Natal, assistimos ao espetáculo da Radio City e fiquei apaixonada nas bailarinas! Pois minha meta de 2017 é apenas essa: ter corpinho de bailarina (me deixem sonhar).

Penso que neste mesmo dia (olha a memória ruim) jantamos com o Tony no Baboo, um restaurante fino e disputado de lá. Foi ótimo, mas tive de deixar meu relógio como pagamento...hahaha...Brincadeira, foi pagável. Antes passamos num pub cujo atendente era um cara muito doido, que bebia mais que a gente e dançou música da Ivete Sangalo com todo o seu gingado norte-americano.

No dia seguinte, meu passeio preferido para a vida toda: Central Park! Como amo parques! Também amo os de Goiânia, mas não tenho tanta coragem de passear por eles. O bom de ser turista é a nossa inocência em acreditar que a cidade é segura de verdade!...rs. Acho que nesse dia também visitamos uma exposição linda do Klint, pena que não deixavam fotografar. Depois arriscamos uma ida ao Brooklyn, mas o feriado de Natal não ajudou. Tudo estava fechado!



O jeito foi esperar dia 26 para fazer algo. E o que fizemos foi partir rumo à Filadélfia com o Tony. Adorei o passeio. Especialmente porque conheci as escadas do Rocky, o Lutador. Vi os filmes recentemente e estava apaixonada! Quer dizer, o filme é besta, o personagem meio bobão, mas estou na fase de lutas e tal. Por isso achei muito massa conhecer o lugar. E também fomos a um restaurante indicado pelo Eduardo que valeu muito a pena!


No dia 27 decidimos conhecer o Guggenheim. Eu sou suspeita porque amo museu. E o acervo deles, embora não seja tão grande, é incrível. Especialmente porque tinha Kandinsky! No mesmo dia voltamos ao Brooklyn, mas desta vez para ver as casas enfeitadas para o Natal. Fiquei com muita vontade de ser rica e morar ali! Muita decoração fofa.

No outro dia o Tony nos levou para um bar que fica no topo de um prédio, cujo nome esqueci. E ali se foram duas garrafas de vinho e muitas avaliações de pessoas que conhecemos..hhaaha...Só os amigos escaparam das nossas críticas, pois os amigos são lindos e maravilhosos. E, como o Tony ficou curioso, voltamos ao Brooklyn para repetir o passeio do dia anterior.

Bem, acho que fiz a contagem de datas erradas, pois já vou pular para o dia 30...rs….E nem comentei do Cats, que está perdido aí no meio. Enfim, vamos seguir..rs...

No dia 30 assistimos o Quebra-Nozes com a companhia de balé de Nova York. Apenas quero dizer que fiquei louca, os olhinhos encheram de lágrimas com tanta lindeza! E pensar que os meninos tomaram essa decisão sem o meu consentimento, mas depois fui a que mais amou! No mesmo dia finalizamos a sequência de espetáculos com Chicago, que amei também. Preciso virar bailarina!!!

No dia do Réveillon fomos ver os apartamentos de Friends e Sex And The City. E, à noite, aproveitar a passagem para 2017. Convém dizer que tentei assistir aos shows da Times Square. Mas depois de três horas congelando na fila, que não andava nunca, fui obrigada a desistir. E decidimos ir ao Central Park, onde gansamos a queima de fogos preparada pela corrida que o Tony participou. Quinze lindos minutos de queima de fogos e voltei semi-congelada para o hotel, feliz da vida em deitar na minha cama quentinha.



E no dia primeiro do ano fomos com o Tony assistir um jogo de futebol americano. Não entendi nada, mas achei muito massa a experiência antropológica. Entre tantas coisas boas de viajar com um amigo está essa: fazer coisas que sozinhos não pensaríamos em fazer!



Enfim, não esteve bom. Esteve ótimo, lindo, maravilhoso, triunfal. Mesmo gripados...rs. E falidos! Oremos pelo equilíbrio financeiro de 2017.